quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ejaculação Retrógrada

O que é?
Durante uma relação sexual, o esperma (sêmen) é lançado pela uretra para fora do corpo. Quando ocorre o inverso, isto é, em vez de sair pela uretra, toma a direção da bexiga, se chama de ejaculação retrógrada. Normalmente durante a ejaculação, a bexiga fecha sua "saída" (colo vesical), impedindo que o esperma entre no seu interior e fazendo com que este saia pela uretra e extremidade do pênis.


Como se desenvolve?
As causas podem ser neurológicas, traumáticas ou medicamentosas:

-Neurológicas
Entre as causas neurológicas, temos a esclerose múltipla, os traumatismos de coluna e a neuropatia periférica na diabetes, que frequentemente causam a ejaculação retrógrada.

- Traumáticas
Como causas traumáticas, temos as cirurgias abdominais ou pélvicas, que podem interferir na inervação da bexiga e assim causar o problema. Outros procedimentos cirúrgicos, como a ressecção endoscópica da próstata, também interferem no colo vesical, originando a ejaculação retrógrada.

- Medicamentosas
Como causas medicamentosas, aparecem algumas drogas que, utilizadas para tratamento de doenças cardíacas ou do aumento da pressão arterial, podem levar à ejaculação retrógrada.


O que se sente?
O paciente nota uma nítida redução no volume do esperma ou mesmo ausência deste no momento do orgasmo.



Como se faz o diagnóstico?
Um exame qualitativo de urina é colhido logo após o orgasmo e examinado ao microscópio; se houver a presença de espermatozoides, o diagnóstico de ejaculação retrógrada está feito.



Quais as consequências?
A principal consequência da ejaculação retrógrada é a infertilidade masculina. Desconforto físico e psicológico durante as relações sexuais são outras queixas observadas.



Como se trata?
O tratamento mais utilizado é o uso de drogas que fecham o colo vesical. Na infertilidade, pode-se recuperar os espermatozoides, recolhendo-os da urina após o orgasmo e de imediato fazer inseminação artificial. Para facilitar as relações na falta de ejaculação, o paciente poderá usar lubrificantes especiais.


* Escrito por Dr. Cláudio Lima, urologista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, retirado do site IdMed

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

AIDS - 1º de Dezembro: Dia Mundial da Luta contra a AIDS

O que é AIDS?
A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, também conhecida como AIDS ou SIDA, consiste no enfraquecimento do sistema imune do corpo devido à infecção pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana).

Os primeiros casos de AIDS foram relatados há cerca de 20 anos e desde então o conhecimento sobre os mecanismos que desencadeiam esta terrível doença têm andado a passos largos.

Hoje, sabe-se que o vírus se instala dentro de componentes estratégicos do sistema imune, os linfócitos T, responsáveis pela coordenação da defesa do organismo. Utilizando o sistema reprodutivo da célula hospedeira, o HIV replica a si próprio várias vezes. Após destruir a célula, ele se desloca para infectar outras células T, reiniciando o ciclo e deixando o corpo cada vez mais vulnerável às infecções oportunísticas (IO).

A infecção mais comum é a pneumonia por Pneumocystis carinii. O Sarcoma de Kaposi, um tumor raro, também é comum em vítimas da AIDS. Algumas vezes, o início de uma destas infecções é o primeiro sinal da presença da AIDS. A infecção do sistema nervoso central pelo vírus pode causar vários distúrbios mentais.

Como se pega AIDS?
A AIDS não é uma doença de transmissão casual: não é transmitida através de assentos de privada, pratos, talheres ou abraços e beijos na face.

Não se adquire AIDS sentando-se em uma cadeira que tenha sido utilizada por alguém com AIDS ou por estar no mesmo ambiente ou comer em um restaurante onde empregados possuem AIDS. A pele é uma barreira razoavelmente eficaz contra o HIV. Quarentenas não fazem parte das medidas de controle da AIDS.

A transmissão do vírus ocorre quase que exclusivamente pela troca de certos fluidos corporais contaminados, principalmente sêmen e sangue, e também possivelmente saliva e secreções vaginais.

Sexo sem proteção e compartilhar agulhas são os principais meios de disseminação do HIV. Transfusões de sangue são razoavelmente seguras devido ao uso disseminado de testes para HIV nos doadores. As mães infectadas podem transmitir o vírus aos seus filhos antes ou após o nascimento.

O que é Comportamento de risco?
Desde 1981, quando os primeiros casos de AIDS foram diagnosticados entre homens homossexuais, a AIDS têm-se disseminado por entre outros grupos de alto risco e na população em geral. Os parceiros sexuais (p.ex.: mulheres de homens bissexuais) e os filhos de pessoas pertencentes a estes grupos apresentam um alto risco de infecção pelo HIV.
O risco de contrair o vírus é maior em pessoas acometidas por outra(s) doença(s) sexualmente transmissível(eis), usuárias drogas, que possua múltiplos parceiros sexuais ou que tenham sexo com prostitutas.

O que sente uma pessoa que acabou de se infectar como HIV?
A chamada Fase Aguda da infecção pelo HIV é manifestada por febre de origem inexplicada, calafrios ou suores noturnos que duram várias semanas, sensação persistente de fadiga, perda de peso significativa e inexplicável, gânglios aumentados e diarréia de difícil tratamento.
É importante ressaltar que a maioria dos indivíduos apresenta poucos sintomas quando da Fase Aguda. O HIV, então, pode permanecer incubado por vários anos até que se iniciem as manifestações da AIDS propriamente dita.

Passado este período de incubação, os indivíduos contaminados experimentam repetidas infecções oportunísticas, com ou sem sarcoma de Kaposi associado. Estas infecções em geral acometem o sistema nervoso, o trato gastrointestinal e os rins.

Na maioria dos casos, os pacientes com AIDS morrem em dois ou três anos, em decorrência de complicações infecciosas. Este destino inevitável freqüentemente é ainda mais trágico devido à discriminação dos pacientes com AIDS. Eles são isolados socialmente, sendo evitados pelos amigos, pela família e impedidos de retornar ao trabalho.

Como evitar a contaminação?
O método de prevenção mais óbvio é simplesmente abster-se de sexo e não utilizar drogas endovenosas. Camisinhas podem ser utilizadas em todos os tipos de intercurso sexual.

Agulhas hipodérmicas, barbeadores e escovas de dentes não devem ser compartilhados. Na ausência de uma vacina e de um tratamento eficaz, estes são os únicos meios de se combater a disseminação da AIDS.

Como é feito o tratamento?
O tratamento precoce com uma droga antiviral, a zidovudina (AZT), retarda o desenvolvimento da AIDS e é recomendado como tratamento inicial para a infecção pelo HIV. Alguns antibióticos evitam algumas das infecções associadas à AIDS.

Atualmente, novas drogas estão sendo estudadas. Em vários centros de pesquisa, busca-se por uma possível vacina, mas desenvolver uma vacina para o HIV não tem se mostrado uma tarefa fácil por diversos motivos.

Nos pacientes com AIDS, o tratamento é direcionado para as várias complicações da doença (infecções pulmonares, oculares, intestinais, etc.).

O que ainda pode ser feito em relação à AIDS?
A AIDS já apresentou efeitos em áreas tão diversas como educação, hábitos sexuais, cuidados com saúde, pesquisas médicas e economia. Em muitos países, a educação sexual tem sido iniciada já no ensino básico/fundamental. As instruções incluem informação sobre o papel do sexo nas relações homossexuais e heterossexuais, com ênfase na prevenção da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis.

Hábitos sexuais e uso de drogas e álcool parecem estar passando por uma mudança gradual, à medida em que mais pessoas se conscientizam do significado de se ter múltiplos parceiros sexuais ou abusar de drogas em relação à disseminação da AIDS.

As pesquisas devem levar a uma cura ou a uma vacina eficaz e certamente aumentarão o conhecimento nos campos da imunologia, virologia e terapia medicamentosa. Apenas nos EUA, os custos envolvidos em educação, cuidados médicos e pesquisa sobre AIDS tem sido estimados entre 10 e 15 bilhões de dólares por ano.


* Artigo retirado do site: www.idmed.com.br. Escrito por Dr. Alessandro Loiola

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Una-se a esta causa!

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA da Universidade Metodista de Piracicaba – Unimep promoverá palestra, divulgação de informações e distribuição de preservativos para marcar o Dia Mundial de Luta Contra a Aids.


Divulgação e distribuição de preservativos
Dia: 1º/12/2009
Horário: das 8h30 às 14h30 das 18h às 21h30
Local: Galeria Unimep (em frente ao Banco HSBC)


Palestra: DST/Aids
Horário: das 14h às 15h
Local: Auditório Verde (bloco 2)
Palestrantes:
Drª Fabíola Bérgamo e Médico convidado do
Centro de Doenças Infecto-Contagiosas – CEDIC/Piracicaba

Evento aberto para todo o público


HAVERÁ ENTREGA DE CERTIFICADO
Inscrições no local

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Convite - Palestra: Alterações cardiovasculares em pacientes com lesão muscular

Convidamos alunos e professores para assistirem a palestra "Alterações cardiovasculares em pacientes com lesão muscular”, que será ministrada pela profa. Karla Rocha Pithon.

Data: 19 de novembro de 2009
Horário: 8h30
Local: UNIMEP - Taquaral
sala 207T48

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Obesidade: As contradições alimentares entre os jovens brasileiros

Com o objetivo de mapear os índices de desnutrição e obesidade nos jovens paulistas e propor políticas públicas de saúde para diminuir a prevalência desses problemas, uma pesquisa avaliou 9.720 alunos da rede pública de ensino da cidade de São Paulo, entre 11 e 18 anos. 


Dentre os escolares avaliados, metade do sexo masculino e metade do feminino, 11% dos meninos apresentaram desnutrição leve ou moderada e 14% algum grau de obesidade. Os índices entre as meninas foram de 12,7% e 14,9%, respectivamente.


Com relação às faixas etárias, a maior prevalência de alteração do estado de nutrição ocorreu nos escolares de 11 anos de idade. O trabalho começou em 2005, quando mais de 300 professores foram capacitados em três edições de um curso ministrado gratuitamente pelo projeto Avaliação do Estado de Nutrição de Escolares (Aene), do Núcleo de Estudos sobre Obesidade e Exercícios Físicos (Neobe) da Universidade de São Paulo (USP). "De acordo com o currículo escolar, periodicamente o aluno deve ser pesado e medido para que o estado de nutrição dos indivíduos seja analisado de maneira simplificada", disse Cláudia Cezar, pesquisadora responsável pelo trabalho e coordenadora do Neobe/USP, à Agência FAPESP. 


Segundo ela, em geral os professores fazem esse tipo de avaliação no início do ano letivo, apesar de obrigatoriamente não terem que se aprofundar nos cálculos que levam à identificação de alunos obesos ou desnutridos. "Além do peso e da estatura, nesse caso o sexo e a idade dos alunos devem ser levados em conta para a criação de uma tabela individual de biometria, que é o foco do projeto Aene", explica a pesquisadora. 


País necessita de políticas de educação alimentar
Depois de serem diagnosticados pelo projeto, os alunos em risco de obesidade e desnutrição passaram por tratamentos específicos em postos de saúde da capital paulista e os pais foram alertados para o problema. Cláudia ressalta que, apesar de o índice de obesidade do estudo ser baixo do ponto de vista epidemiológico, quando comparado a países como os Estados Unidos o Brasil necessita de políticas de saúde que interfiram na educação alimentar dos jovens. "A prevenção, com a prática regular de exercícios físicos e a alimentação saudável, é a palavra-chave para não chegarmos a índices alarmantes. Quando os adolescentes receberam a informação, a maioria não imaginava que poderia ter o problema, pois a família toda apresentava o mesmo perfil de obesidade ou desnutrição. E o grande problema é justamente quando os indivíduos encaram a questão com normalidade", aponta. 


Os resultados do trabalho foram apresentados na tese de doutorado Avaliação do estado de nutrição de escolares do município de São Paulo: uma experiência multidisciplinar envolvendo professores de educação física do ensino fundamental e médio, que Cláudia defendeu no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Nutrição Humana Aplicada (Pronut) da USP. 


Educação física em aulas teóricas 
Os professores que participaram dos cursos do projeto foram capacitados para implantar técnicas de avaliação do estado de nutrição dos escolares, coletar dados antropométricos de seus alunos, apresentar resultados e sensibilizar pais e responsáveis para a busca por tratamentos, quando necessário. "Os professores passam a trabalhar a educação física em aulas teóricas, onde são discutidos conceitos de beleza, estética, saúde e qualidade de vida. A grande vantagem é que o curso ensina técnicas de avaliação e mostra a importância desse tipo de análise, mas os professores ficam livres para criar metodologias próprias e implementar esses conceitos", disse Cláudia. 


Sistema de vigilância nutricional de escolares
Segundo a pesquisadora, umas das diretrizes do projeto Avaliação do Estado de Nutrição de Escolares é criar um sistema de vigilância nutricional de escolares. "Se boa parte dos professores de educação física de São Paulo, que somam mais de 23 mil em escolas públicas e privadas, fosse capacitada, o Estado poderia servir de referência para a adoção de uma política nacional de qualidade de vida entre os estudantes", aponta. 


Para a pesquisadora do Neobe, o Brasil é carente de estudos que dimensionem a obesidade e a desnutrição infantil de maneira regular. "Se o professor de educação física passar a fazer essa avaliação de maneira sistemática, teríamos um mapa anual com as principais características do problema." A quarta edição do Curso Aene Bem Viver para professores da capital paulista está com as inscrições abertas. O curso é gratuito e estão sendo oferecidas 450 vagas. As aulas ocorrerão uma vez por semana entre os meses de março e novembro. O prazo para as inscrições terminam no dia 28 de fevereiro.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Saúde do homem

Programa nacional de detecção do câncer colorretal demonstra maior incidência da doença entre o sexo masculino

O risco de câncer colorretal era considerado praticamente o mesmo para homens e mulheres até há pouco tempo. Uma investigação realizada na Polônia para detecção da prevalência da doença, baseado no exame de colonoscopia, mostrou que o risco de desenvolver o câncer colorretal é maior entre os homens, quase o dobro em comparação às mulheres (a proporção do risco é de 1,98 para 1 entre homens e mulheres). O estudo empreendido como parte do programa nacional de detecção de câncer colorretal de envolveu a participação de 50 mil pessoas de 40 a 66 anos, 64% delas, mulheres e 36%, homens.

A colonoscopia é uma ferramenta avaliada como padrão-ouro para a detecção do câncer de colorretal. O exame deve ser realizado a cada dez anos, a partir da idade de 50 anos quando o indivíduo não apresenta risco. Pessoas com história familiar da doença ou com mais risco para desenvolvê-la devem ser submetidas a colonoscopia a partir dos 40 anos. Ao analisar os dados produzidos pelo programa de screening polonês, os pesquisadores observaram que o gênero masculino está exposto ao dobro do risco para neoplasias colorretais avançadas quando comparado ao gênero feminino.

O programa detectou o câncer colorretal em 5,9% das pessoas de 50 a 66 anos e em 3,4% dos participantes entre 40 e 49 anos. Ao final do estudo, o pesquisador Jaroslaw Regula e equipe estabeleceram os seguintes fatores predisponentes ao desenvolvimento de neoplasia colorretal: idade superior a 49 anos, história familiar do tipo de câncer e sexo masculino.


Fonte: Regula J, Rupinski M, Kraszewska E, Polkowski M, Pachlewski J, Orlowska J, Nowacki MP, Butruk E. Colonoscopy in colorectal-cancer screening for detection of advanced neoplasia. N Engl J Med. 2006 Nov 2;355(18):1863-72.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Síndrome de Reye

O que é síndrome de Reye?

A síndrome de Reye é uma doença caracterizada por encefalopatia aguda (acometimento cerebral de forma aguda), com edema cerebral (que geralmente é causa da morte), associada à degeneração do fígado e algumas vezes do rim e do miocárdio (músculo cardíaco). Até 1974, foram relatados quase 400 casos nos Estados Unidos com taxa de mortalidade superior a 40%. A incidência aumentou em relação temporal e geográfica direta com as epidemias virais, especialmente aquelas causadas pelo vírus da influenza B e da varicela. Em 1988, a incidência caiu dramaticamente (apenas 20 casos foram relatados). Atualmente essa doença é rara.



Por que ela geralmente acomete crianças?
A síndrome de Reye ocorre geralmente entre 4 e 12 anos de idade, com um pico de incidência em torno de 6 anos. Não há diferença por sexo na incidência, mas as populações rurais e suburbanas parecem mais freqüentemente afetadas do que a população urbana. Talvez pelo fato da síndrome de Reye estar associada a algumas infecções virais, como influenza B e varicela, e algumas outras que são mais comuns na criança, a sua incidência é maior nessa faixa etária. Não há uma explicação fisiopatológica para o acometimento maior das crianças.


Quais são as causas e o que a aspirina tem a ver com a doença?
A etiologia é múltipla e, na maioria dos casos, observa-se uma clara associação com patologia viral, principalmente varicela e o vírus influenza B. Em 60% a 70% dos pacientes se segue a uma infecção respiratória; 20% a 30% após varicela e 5% a 15% após patologia gastrointestinal associada à diarréia. Não há um fator tóxico ainda conclusivamente identificado, mas alguns estudos sugeriram a ligação etiológica entre a síndrome de Reye, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) e/ou anti-heméticos e infecções virais. É prudente evitar o uso de ácido acetilsalicílico como antipirético (antitérmico) em pacientes pediátricos com gripe ou varicela.

Quais são os sintomas da síndrome de Reye?
As manifestações clínicas ocorrem após o desaparecimento da doença prévia e na ausência de febre, após um intervalo de tempo no qual a criança aparentemente se recuperou. Os sintomas iniciais incluem vômitos repetitivos, com progressiva deterioração da consciência, delírio, comportamento agressivo, estupor, evoluindo em poucas horas para o coma e muitas vezes para o óbito. Podem ocorrer crises epilépticas e alterações do tônus muscular. Em aproximadamente 50% dos pacientes, observa-se hepatomegalia (aumento do fígado). A principal manifestação clínica ocorre devido à hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), como conseqüência do edema cerebral.

A evolução da síndrome de Reye é grave e sua mortalidade depende da gravidade do quadro e do estágio em que o tratamento é iniciado: Estágio I e II - ausência ou somente depressão leve da consciência, associa-se a prognóstico favorável com menos de 10% de mortalidade e ausência de seqüelas nos pacientes que se recuperaram. Estágio III e IV - são caracterizados por aprofundamento progressivo do coma, com sinais e sintomas de progressiva disfunção do sistema nervoso central.


Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico é feito pelo quadro clínico associado às alterações laboratoriais, como aumento das enzimas do fígado (transaminases), dos músculos e da amônia no sangue. Há diminuição da glicemia (glicose no sangue) em mais de 50% dos casos e alterações da coagulação. Não existe nenhum exame que isoladamente faça o diagnóstico da doença.


Prevenção e tratamento
O tratamento da síndrome de Reye é principalmente sintomático. Deve-se ficar atento para as correções dos distúrbios do metabolismo, alterações da coagulação sanguínea, glicemia e outros. Muitas vezes o paciente deve ser internado em unidade de terapia intensiva, onde poderá ser mais bem monitorizado, realizar as correções dos distúrbios, fazer uso de ventilação pulmonar mecânica e submeter-se ao tratamento para controle da hipertensão intracraniana.

Como foi dito anteriormente, muitos pontos na síndrome de Reye não estão bem esclarecidos e dentre esses destacamos a etiologia da doença, que parece ser multifatorial. Assim, como prevenção, podemos mais uma vez dizer: É prudente evitar o uso de ácido acetilsalicílico como antipirético (antitérmico) em pacientes pediátricos com gripe ou varicela

* Artigo escrito por Dr. Nivaldo de Souza

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ato médico é aprovado na Câmara

Brasília - A Câmara dos Deputados aprovou ontem o projeto de lei que regulamenta o exercício da medicina e aponta procedimentos exclusivos dos médicos, o chamado ato médico. 

A proposta restringe a possibilidade de outros profissionais, como fisioterapeutas e nutricionistas, de fazer diagnósticos e de oferecer tratamento. Um dos pontos que devem causar mais discussão é o que restringe a médicos “a invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo para injeção” e outros procedimentos. Uma das interpretações é que esse artigo fará com que procedimentos como acupuntura fiquem restritos a médicos. 

O projeto de lei ainda dá aos médicos a prerrogativa de apenas eles formularem diagnósticos sobre doenças e prescrição de medicamentos, indicação de cirurgias, execução de procedimentos invasivos - mesmo os estéticos - intubação, emissão de laudos de exames de imagem, prescrição de próteses e órteses, realização de perícias e atestados de óbitos, entre outras ações.Dentistas estão excluídos das restrições, podendo realizar os mesmos procedimentos dentro da sua área de atuação. 

Outras profissões, como fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos e enfermeiros, tiveram garantidas na lei o acesso a procedimentos como aplicação de injeções, coleta de material biológico, realização de alguns tipos de exames, curativos e, especialmente, atendimento de emergência. A preocupação dos deputados foi não permitir que pessoas que façam atendimentos de primeiros socorros sejam penalizadas por atendimento emergencial. A lei deve voltar ao Senado antes da aprovação definitiva, já que sofreu diversas alterações na Câmara e deve causar várias contestações judiciais de outras áreas da saúde. 

* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Estudo mapeia o aumento dos fatores de risco cardiovascular na América do sul

A América do Sul compreende diversos ambientes contando com diversas etnias, sociedades e culturas heterogêneas e complexas. Este continente agora enfrenta três grandes mudanças demográficas: crescimento populacional, urbanização (quase 90% da população vivendo em áreas urbanas) e envelhecimento da população. Profissionais brasileiros fizeram uma abordagem do tema e da situação atual das doenças cardiovasculares no continente sul-americano.

A urbanização trouxe alterações proeminentes e desfavoráveis, tais como aumento dos índices de tabagismo, estresse, falta de atividade física e dietas inadequadas (muita gordura e calorias). Conseqüentemente, devido à interação entre ambiente e genética, as modificações induzidas pela urbanização resultaram em aumentos dos fatores de risco cardiovasculares e de doenças cardiovasculares.

Esta situação é responsável pelo prejuízo causado pelas doenças cardiovasculares na América do sul, necessitando de ações efetivas para melhor detecção e controle dos fatores de risco cardiovasculares com o objetivo de reduzir os prejuízos relacionados à doença nesta região.


* FONTE: 07 de outubro de 2009 (Bibliomed).
O artigo, publicado na revista Heart, foi preparado por profissionais do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e da USP – Ribeirão Preto.
Fonte: Heart, 2009;95:1475-1482

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Livro sobre Mielomeningocele

AGUARDEM...
EM BREVE
LANÇAMENTO DO
LIVRO SOBRE MIELOMENINGOCELE
DO QUAL OS PROFISSIONAIS
DO NUTRI&FISIO ORGULHOSAMENTE
FAZEM PARTE!!!!!!
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Fonaudióloga e convidados falam sobre Alzheimer

23/09/2009 – Dr. Tibor Rilho Perroco – Médico Neuropsiquiatra e psicogeriatra do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC–USP) CRM: 100792
Tema: ”Aspectos Neurocomportamentais e psicológicos do Paciente de Alzheimer”

28/10/2009 – Dra. Lia Baltieri Inocêncio – Fonoaudióloga CRF: 12547
Tema: “Fonoaudiologia X D.A.”

25/11/2009 – Dra. Lívia Maria Baltieri da Silva – Terapeuta Ocupacional CREFITO: 3/10752 TO
Tema: “A Abordagem do Terapeuta Ocupacional junto aos Pacientes de Alzheimer e Suas Famílias”
As reuniões serão realizadas no Colégio Piracicabano / UNIMEP Campus Central.
Endereço: Rua Rangel Pestana, 762. Sala: Vivência 2. Ambulatório de fonoaudiologia.
Horário: 19h30min

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Câncer ovariano



O câncer ovariano é silencioso - portanto, leia com atenção:

- Atente para qualquer dor ou desconforto pélvico ou abdominal,vagos mas persistentes problemas gastrointestinais como gases, náuseas e indigestões;

- Vontade de urinar freqüente e/ou urgente, sem que tenha alguma infecção;

- Perda ou ganho de peso inexplicável;

- Pelve ou abdômen inchados, entumescidos e/ou com sensação de cheio, cansaço anormal, ou mudanças inexplicáveis dos seus hábitos intestinais.

Se esses sintomas persistirem por mais de duas semanas, peça a seu médico uma combinação de exames pélvico/retal ,exame de sangue CA-125 e ultrassom transvaginal.

O exame de Papanicolau NÃO detecta câncer ovariano.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Gorduras trans

As gorduras trans são semelhantes as saturadas, e provocam o aumento do colesterol. Quanto mais dura for a consistência da margarina, maior será o teor de gorduras trans.

São encontradas em: gorduras hidrogenadas, sorvetes de massa, chocolates, pães recheados, molhos para salada, cremes para sobremesas e alguns óleos para fritura industrial.
Para uma vida saudável prefira ingerir: óleos vegetais, pães integrais, sorvetes de frutas, molhos caseiros, sobremesas caseiras e com frutas frescas.

FONTE: Manual de Dietas do Hospital do Câncer A.C. Camargo/ editores: Eloísa Hisami Aibara Ikemori, Luciene Assaf de Matos – São Paulo – Atheneu, 2007

Acesse nosso site: http://www.nutrifisio.com.br/ 

Enseñar a ir al baño al niño con Espina Bífida

Observaciones generales
Aprender air al baño esun evento muy importante para los niños. En nuestra sociedad, los niños empiezan a controlar la vejiga entre los 2 y 3 años de edad y pueden contener la orina durante el día a la edad de 5 años. Generalmente, el control de los intestinos se da antes del control de la vejiga, ya que las deposiciones ocurren con menor frecuencia y son más predecibles. Desde el punto de vista del desarrollo, el niño debe poder sentarse, seguir instrucciones y permanecer seco al menos por dos horas para que estélisto para aprendera iral baño solo.

Comúnmente, el niño con espina bífida tiene daño en los nervios que controlan el intestino y la vejiga. Estos nervios salen dela médula espinala nivel de los huesos sacros, que está nen la base de la columna vertebral en la parte baja dela espalda. Puede que queden algunos nervios "sanos" y esto hace que algunos niños logren un cierto grado de control de la vejiga y del intestino. Sin embargo, menos del 15 por ciento de las personas con espina bífida encapaz delograr una continencia urinaria e intestinal total sin el uso frecuente de sondas o medicamentos.

Introducción
Si no se considera médicamente necesario comenzar un cateterismo o programa de entrenamiento de los intestinos, las familias pueden esperar aver qué habilidades de muestra el niño por sísolo. En el caso de un niño con espina bífida, la edad para aprender a ir al baño puede ser un poco tardía. Por lo general se recomienda que el programa de continencia comience antes de que el niño empiece a ir ala escuela.

La preparación para que el niño haga las deposicionesen el baño comienza temprano. Lo más importante es prevenir el estreñimiento en infantes y niños pequeños para que los intestinos mantengan el tonoy semantengan funcionando adecuadamente. Pararegularlas deposicionesen un niño muy pequeño, se pueden utilizar frutas y jugos, agua y aditivos (tales como los suplementos de fibra). También se pueden utilizar estimulantes rectalespara provocar la evacuación y reducir el estreñimiento. Entre más se evite el estreñimiento en los niños pequeños,hay más probabilidadesde que años más tarde ellos aprendan a controlarlos intestinos. Es degran ayuda si a los niños se les permitee ntrar al baño. Aprender que los adultos van al baño para hacer sus necesidades y que esto esalgo privado, ayuda a quelos niños adquieran un comportamiento adecuado.

Puesto que el control delos intestinos regularmente se da antes del control urinario, confrecuenciaes útil comenzar la enseñanza de ir al baño concentrándo se en el funcionamiento delos intestinos. Llevar un registro dela ocurrencia de las deposiciones porunas tres semanas puede ayudar a determinar si hay un patrón natural en laevacuación delos intestinos. Una buena manera de comenzar es colocar al niño en el inodoro por unos 15 o 20 minutos después de comer, asegurándo se de que los pies estén apoyados y enseñándo le a"hacer fuerza" y a"expulsar". Elogie al niño por cooperar con el programa. Comiencere compensándo lo por cooperar, luego por evacuar en el baño y finalmente por los días en los que no tenga"accidentes". Llevar lo al baño a las mismas horas eslaclave de este método para controlar los intestinos.

Si esta estrategia de "formación de hábitos" no produce la continencia social, se recomiendaun programa de higiene. Algunos de los métodos empleados en el programa de higiene son la estimulación digital, los supositorios, los enemas grandes o pequeños, o abocamientos quirúrgicos para administrar enemas. Si se realiza cualquierade estos programasa las mismas horas, hay mayor probabilidad de éxito. La Asociación de Espina Bífida tiene publicaciones y nombres de clínicas que le pueden ayudar para seleccionary seguirun programa de entrenamiento para la evacuación.

Consideraciones especiales
Aunque el niño no logrela continencia urinaria hasta más tarde, hay algunos signos que pueden indicar si hay potencial para el control urinario. Tanto los niños que producen una buena cantidad de orinacomo los que tienen periodos de sequedad entre evacuaciones de orinay que indicancuándo tienen deseos de orinar, tienen un mayor potencial de controlarla orina. Si un niño con espina bífida se orina constantemente, nunca produce una buena cantidad de orina nide muestra sus deseos de orinar, el pronóstico de que aprenda a controlar la vejiga no es bueno. No hay nada de malo en tratar de enseñar air al baño, siempre y cuando los padres lo hagan de manera positiva y conexpectativas realistas.

Enseñar a orinar en el baño no es diferente a enseñar "normalmente"a evacuar, excepto por la intensidad y la edad. Colocar al niño enel inodoro inmediatamente después de despertarseen la mañana y luego aproximadamente cada dos horas durante el día puede aumentar los periodos de sequedad. Es útil seguirlos mismospasos practicados para enseñar a"evacuar"en el baño. Estos pasos de ben incluir quitarse la ropa, sentarse en elinodoro, volvera colocarsela ropa, vaciar elinodoro y lavarse las manos. En este caso también pueden ayudar las recompensas por la cooperación, por orinar en el inodoro y, finalmente, por los días "sin accidentes".

Cateterismo intermitente limpio (CIC, porsus siglas en inglés)
Si ir al baño en horarios constantes no aumenta los periodos de sequedad, se recomienda seguir un programa de medicamentoso un CIC. El CIC consisteen introducir un pequeño tubo de plástico dentro de la vejiga cada cierto tiempo con el fin de extraer la orina. Generalmente esto sehace cada tres o cuatro horas durante el día. Si el niño no estáseco entre cada cateterismo, amenudo usar medicina para relajar la vejiga puede ayudarle a permanecer seco. Es importante recalcar queni el CIC nilos medicamentos disminuyen la capacidad innatade control urinario del niño. El CIC simplemente vacía la vejiga por completo cada cierto tiempo y los medicamentos relajan lavejiga y aumentan la tensión del esfínter. Si el CIC y la medicina no producen la continencia social, es probable quese necesite cirugía.

Conclusión
Enseñar a ir al baño es una parte importante del desarrollo en nuestra cultura y tiene implicaciones físicas, emocionales y sociales. Determinar las habilidades en esta área y luego abordar adecuadamente el control urinario e intestinal es muy importante para la salud y el bienestar delos niños con espina bífida. Lo más importanteque hay que recordar es que nadiecon espina bífida debería vivir con una incontinencia urinaria e intestinal descontrolada. Una buena atención médica y programas personalizados pueden tratar satisfactoriamente la incontinencia.

Recursos
"Bowel Continente and Spina Bifida" ("Continencia intestinal y espina bífida"),S. Leibold, et al.SBAA, 1995.
"Toilet Training and Bowel Management for theChildwith Spinal Cord Dysfunction ("Laenseñanza de ir al baño para losindividuos con autismo y trastornosrelacionados"),M. Wheeler,Future Horizons, Inc., 1998.
"Bladder and Bowel Management for the Childwith SpinalCord Dysfunction"("Elmanejo de lavejiga y de los intestinos para los niños con disfunción de lamédula espinal"),L. Merenda, J. Brown, Journal of Spinal Cord Medicine, SCI Supplement, p. 16-23.
"Incontinence: Toilet Training a Child with Special Needs" ("Incontinencia: Laenseñanza deiral baño para un niño con necesidades especiales"),C. Keeler, ExceptionalParent,octubre de2000, p. 82-86.
"Incontinence:Toilet Talk" ("Incontinencia: Conversación sobre el baño"),G. Paley, et al.ExceptionalParent,noviembre de 2000, p. 96-102.
Colaborador de esta hoja informativa: Jean Brown, MS, APRN, RNC. Internet:www.spinabifidaassociation.org

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Prepare-se para o verão

No verão, siga as seguintes recomendações:


- Cuide da sua alimentação;
- Faça exercícios físicos;
- E complemente com tratamentos estéticos


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DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL,
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Formacao Internacional - Conceito Sohier - Fisioterapia Analítica - Turma em Setembro

O Curso tem a duração de 84 horas divididos em 3 módulos (confira a programação no site http://www.fisioterapiaanalitica.com.br/ ). É ministrado pelo Profº. Richard Biton (francês) e em cada módulo ele ministra a parte teórica e prática 50% a 50%. ele é muito atencioso e as turmas são reduzidas para um melhor aproveitamento dos alunos.

A parte teórica é bem rica, pois a técnica possui 11 livros, portanto você sairá com bastante embasamento e com uma visão diferente e principalmente eficaz.

Como o curso propõe não somente uma nova técnica, mas também um novo Conceito, o da Fisioterapia Analítica, você terá subsídios e condições de aplicar a técnica imediatamente após a realização de cada módulo.

O investimento do curso é de R$ 3.900 que poderão ser parcelados em até 10 vezes ou R$ 3.510,00 à vista onde será emitido um boleto bancário para o pagamento da 1ª parcela e as outras nove poderão ser pagas por meio de cheques pré-datados no dia do curso.

Confira as datas e programe sua vinda:
FORMAÇÃO 2009 - SÃO PAULO -  INÍCIO em: 
- 1º módulo 10 a 13 de Setembro(fundamentação da teoria, técnicas para, quadril, sacro-ilíaca, joelho e pé)
- 2º módulo 01 a 04 de Outubro(os estágios vertebrais, coluna cervical, lombar e membros superiores)
- 3º módulo 12 a 15 de Novembro(coluna torácica e desvios, escolioses, revisão e casos clínicos)

O curso é numa travessa da Paulista na Rua Padre João Manuel, 202. É de fácil acesso, segue opções de Hotéis próximos ao local:


Conceito Maitland - Carga horária total 144 horas‏

Conceito Maitland


Datas no Rio de Janeiro 
07 a 11 Outubro de 2009 - Módulo I
09 a 13 Dezembro de 2009 - Módulo II 
20 a 24 Janeiro de 2010 - Módulo III

Datas em Vitória 
07 a 11 Novembro - Módulo I 
 13 a 17 Março de 2010 - Módulo II 
Junho de 2010 - Módulo III

Datas Em Recife
15 a 19 Agosto –Módulo I 
24 a 28 Outubro- Módulo II 
13 a 17 Janeiro de 2010 – Módulo III


O Conceito Maitland é uma abordagem fisioterapêutica idealizada por Geoffrey Maitland na década de 60, fundamentada no raciocínio clinico. O diagnóstico fisioterapêutico da disfunção de movimento passivo acessório e fisiológico, é fundamental para o tratamento de patologias neuromusculoesqueléticas.

Objetivos
1° Modulo: Cervical e Extremidade Superior
2º Modulo: Torácica, Costelas e Lombar
3º Modulo: , Sacro-iliaca e Extremidade Inferior

Programa Conceito Maitland Raciocínio clinico da avaliação (subjetiva e objetiva) Testes específicos para diagnóstico diferencial das disfunções neuromusculoesqueléticasPrática das técnicas de mobilizações passivas (oscilatórias e sustentadas) acessórias e fisiológicas Elaboração do programa de tratamento.

MINISTRANTES
- Carla Danielle Chagas da Silva é fisioterapeuta e Professora de Educação Física , Mestrado (Pós-graduação Strictu-Sensu) em Terapia Manual na Austrália, Monitora da garduação da Universidade de Queensland, Pós-graduada em Neurofisiologia, Formação em Mobilização Neural, Estabilização Segmentar,Conceito Maitland, Conceito Mulligan, Kabat, Energia Muscular, Tape Funcional, Liberação Miofacial entre outras técnicas. Fisioterapeuta da equipe Olímpica Chinesa de Guandzhou em 2006 e 2007. Atualmente trabalha no Rio de Janeiro na CEART - Centro de Estabilização Articular, é diretora científica e professora da MAISFISIO além de ministrar aulas em diversos cursos de Pós-Gradução como professora convidada.

- Fabio Périssé é Fisioterapeuta, especialista em Fisioterapia Esportiva e Terapia Manual, Coordenador do Departamento de Saúde da CBLA (Confederação Brasileira de Lutas Associadas), Diretor Geral da MAISFISIO, membro da SONAFE (Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva), membro da APA-SPA (Associação Australiana de Fisioterapia Esportiva) e consultor do Instituto de Esportes de Guandzhou (China) nos anos de 2006/2007. Possui formação em diversas técnicas de Fisioterapia Neuromusculoesquelética (Tape Funcional, Estabilização Segmentar, Estabilização Dinâmica, Conceito Maitland , Mobilização Neural entre outras). Atualmente trabalha no Rio de Janeiro na CEART - Centro de Estabilização Articular, é professor de diversos cursos de Pós-Gradução como professor convidado.

Investimento: R$ 2600,00 (à vista) ou pagamento em 12x de R$ 245,70

Corpo e Mente - Mais uma Novidade da Escola de Terapia Manual

Curso de Saúde Integral – Corpo e Mente 

Mais uma novidade da Escola de Terapia Manual. Breve descrição do curso: Saúde integral corpo e mente é um curso que engloba o ser humano ao universo, abordando disfunções e patologias em contextos atuais tentando desvendar a teia que permeia sofrimentos físicos, tóxicos e emocionais. Este curso proporcionará ao participante utilização imediata manual e instrumental através de testes e terapias que facilitarão a manutenção da homeostase e o equilíbrio entre corpo e mente.

Corpo Docente: Aulas à Distância Prof. MSC. Afonso Shiguemi Inoue Salgado
Aulas presenciais Prof. MSc. Afonso Shiguemi Inoue Salgado e ou Prof. MSc. Rodolfo Biazi Xavier Silva Prof. Rodrigo Retondaro Rabbottini e equipe.

Carga Horária: 100 horas aula.
Público-Alvo: Profissionais da área da Saúde.
Periodicidade: O curso tem um total de 6 módulos, sendo 4 a distância e 2 presenciais.
Cidade pólo dos módulos presenciais: São Paulo SP Escola de Terapia Manual e Postural
Av. 9 de Julho, 5143 – 5° andar Edifício Pedra Grande. Perto ao shopping IGuatemi ( Entre as ruas Renato Paes de Barros e Faria Lima)

Investimento: Taxa de inscrição: R$ 100,00 + R$ 183,00 pagamento da 1° parcela á vista + 5 x de R$ 183,00 .
Investimento à vista: Taxa de inscrição: R$ 100,00 + R$ 998,00 pagamento á vista .
Inscrição: Para receber o procedimento de inscrição responda esse e-mail com seu interesse , ou realize sua pré-inscrição pelo site da Escola: www.terapiamanual.net

Obs: Indique o e-mail de 1 amigo para que ele também seja informado do curso!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Pressão alta e o uso de sal na alimentação


Para os indivíduos hipertensos as orientações quanto ao uso de sal são:

Evitar a ingestão de produtos processados como: enlatados, embutidos, conservas, molhos prontos, caldos de carne, temperos prontos, defumados e bebidas isotônicas.

As refeições devem ser preparadas com pouco sal e evitar a utilização de saleiro à mesa.

FONTE: adaptado de Guia de Nutrição – Nutrição Clínica no adulto – Coordenação Lílian cuppari –Manole 2002

Visite nosso site: http://www.nutrifisio.com.br/

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O feijão nosso de cada dia


Arroz com feijão: uma unanimidade é a base da alimentação brasileira. Conhecido como “cumanda” entre os índios que habitavam o país antes do descobrimento, o feijão virou preferência nacional com a chegada dos portugueses, que trouxeram suas favas e o gosto pela iguaria.

FONTE: Comida é arte – Support

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Previna-se

Os Nefrologistas estão sugerindo a todos os médicos que peçam exame de Creatinina no sangue e Exame de Urina para hipertensos/diabéticos e sempre incluam esses exames ao solicitar um “check up” para seus demais pacientes.

Dessa forma, doenças renais poderão ser diagnosticadas mais precocemente, evitando-se a possibilidade da perda irreversível da função dos rins.

Para maiores informações acesse: http://www.sbn.org.br/ (campanha previna-se)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Cirurgia

Quem passa por uma, seja para tratar um tumor ou não, precisa estar bem alimentado antes e depois, para enfrentar a intervenção com energia. Dependendo de onde foi a operação, a digestão pode ficar mais lenta e o estômago dolorido, além de aparecerem enjôos. 

Para contornar isso, no pós-operatório, converse com seu (sua) nutricionista sobre a possibilidade de uma alimentação leve, mais à base de líquidos. Caldos de legumes, quentinhos, não precisam ter aquela cara de “comida de hospital”. Como um preparo saboroso, você vai se lembrar da sopa da avó. È a memória afetiva da comida que resgata emoções escondidas.

FONTE: Adaptado: Comida que cuida – Sanofi Adventis

H1N1 - Informe-se na página do Ministerio da Saúde

INFLUENZA A (H1N1)

É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

Leia mais em http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534 toda quarta feira tem atualização do boletim do ministério.

Postado por Equipe Nutrifisio http://www.nutrifisio.com.br

sábado, 8 de agosto de 2009

Oncologia

Vamos discutir sobre o tratamento nutricional dos pacientes acometidos de cancer. 


Nele há um Guia de profissionais especializados, artigos, perguntas e respostas, e muito mais.

Maria Ap. de Mello Gurgel - http://www.nutrifisio.com.br/
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