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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Comer peixe pode reduzir risco de câncer


Uma pesquisa realizada pelo Centro do Câncer do Japão apontou que comer peixe diariamente diminui o risco de câncer no fígado. O estudo reuniu 90 mil homens e mulheres, com idades entre 45 e 74 anos e que incluíram oito tipos de peixes nas dietas.


Os participantes foram divididos em grupos e cada um ingeriu uma quantidade diferente de peixes. O grupo que ingeriu mais peixes apresentou 36% menos chances de desenvolver a doença com relação ao grupo que ingeriu uma quantidade menor. De acordo com a pesquisa, a dieta também precisa ser rica em ácidos graxos.

A especialista do Nutri&Fisio, Maria Aparecida de Mello Gurgel, fala de alguns desses alimentos. "Entre os peixes ricos nesse tipo de substância estão o besugo e o salmão, o segundo sendo mais comum na rotina do brasileiro", afirma a nutricionista.

Abaixo, segue uma dica de receita saborosa e saudável para você saborear:

Filé de Salmão ao Azeite de Oliva
Ingredientes:
- 4 filés de salmão
- 10 unidades de aspargos
- 10 colheres (sopa) de azeite de oliva
- 1 limão
- 8 folhas de manjericão
- 3 colheres (sopa) de cebolinha picada
- Pimenta do reino
- Sal a gosto

Modo de preparo:
1º. Tempere o salmão com limão, manjericão, pimenta e sal e reserve por 30 minutos.
2º. Cozinhe os aspargos com água fervente por cerca de 10 minutos
3º. Aqueça duas colheres de azeite e doure o salmão dos dois lados
4º. Arrume as fatias de salmão e os aspargos nos pratos
5º Tempere os pratos com azeite e regue com suco de limão
6º. Decore com as folhas de manjericão e a cebolinha picada

Maria Aparecida lembra que não basta só comer sashimi ou pratos com peixes e esperar ter uma vida saudável. Para a nutricionista, "procurar um especialista sempre ajuda nas decisões e nenhuma dieta pode se valer apenas de um tipo de alimento.”

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

A busca de um futuro para os pequenos

Uma pesquisa publicada pela revista Lancet e realizada por médicos americanos, analisou dados da mortalidade infantil mundial em 2010 e mostrou que a maior parte das mortes ocorre devido a infecções que poderiam ser evitadas como: pneumonia e diarreia. Ainda de acordo com a pesquisa 5 milhões de crianças morreram no ano de 2010 vitimas de doenças infecciosas, principalmente devido à pneumonia.
Foto: Divulgação

Para a pesquisa foram utilizados dados de 193 países, incluindo pesquisas em residências e cadastramentos públicos. O estudo mostrou que duas em cada cinco crianças morreram antes dos primeiros 30 dias de vida. E outro resultado obtido foi que a partir do ano 2000 a mortalidade infantil caiu 26%, cerca de 2 milhões. Mas, esse número ainda está longe de alcançar a meta que a ONU estabeleceu na virada do milênio de reduzir em dois terços até 2015.

Países como Nigéria, República Democrática do Congo, Índia e China são os que correspondem por mais da metade das mortes infantil (3,75 milhões). Vale ressaltar que a China é o país que mais tem crescido economicamente mesmo diante da crise mundial.
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