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sexta-feira, 18 de maio de 2012

A importância do nutricionista na diabetes gestacional

Bom dia!

Já falamos aqui sobre o diabetes, e hoje vamos falar do controle alimentar desta doença na gravidez, que pode ser resultado do fato da mãe já possuir essa condição ou aparecer apenas durante a gestação. 

O diabetes gestacional coloca a gestante no grupo de alto risco. Por isso, o acompanhamento nutricional é essencial para que a futura mamãe possa manter os níveis de glicemia e triglicerídeos normais. A doença é caracterizada pelo aumento nas taxas de açúcar durante a gravidez, e pode atingir 7% das grávidas. Por isso, os médicos recomendam que as futuras mamães façam exames entre a 24ª e a 28ª semana de gestação. Além disso, se acompanhada de perto por um nutricionista, essas taxas são mantidas dentro do considerado normal tanto no sangue da mãe quanto no do bebê

Foto: Divulgação
O tratamento, realizado em conjunto pelo o obstetra e o nutricionista, visa diminuir a taxa de macrossomia (bebês com excesso de peso) e evitar a queda do açúcar do sangue do bebê ao nascer. Por isso, esse acompanhamento tem que ser feito de maneira individualizada e específica, pois o seu aparecimento ou não vai depender do organismo cada gestante.


Entre os objetivos da terapia nutricional está o estabelecimento de um limite para o ganho de peso das mães, que deve ser de 9 a 12 kg para mulheres com peso considerado normais e de no máximo 7 kg para mulheres obesas, que possuem maior risco de desenvolver o diabetes durante a gestação. 

O problema é delicado, mas se for diagnosticado no início e devidamente acompanhado por um nutricionista, ele não impedirá que a gestante leve uma gravidez tranquila, tenha um parto seguro e um bebê saudável. “Sendo assim, recomenda-se que a gestante faça o acompanhamento contínuo com o nutricionista para que qualquer alteração de suas taxas glicêmicas seja detectada logo no início e as providências adequadas possam ser tomadas o mais depressa possível”, afirma Maria Aparecida de Mello Gurgel, nutricionista do Nutri&Fisio.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Anorexia: o mal do século XXI

Outro dia falamos aqui no blog sobre Bulimia, e hoje vamos falar um pouco sobre outro transtorno alimentar: a Anorexia. Ela afeta na maioria dos casos as mulheres a partir dos 16 anos de idade e, ao contrário da bulimia, na qual a pessoa ingere grandes quantidades de alimento, a pessoa com anorexia limita a quantidade de alimento que consome e, às vezes, evita fazer as refeições.

Foto: Divulgação
A anorexia tem origem psíquica e pode ser desencadeada por diversos fatores como: pressões de amigos, familiares e da sociedade em geral para que a pessoa mantenha um padrão de peso. A doença também pode ser causada por um quadro de obesidade anterior, que levou o paciente a fazer dietas. Nesse caso ela se manifesta devido ao receio de engordar novamente. Na verdade o ponto comum dessas causas é que todas acabam levando a não aceitação pessoal, que também pode ser uma característica da pessoa, independente de fatores externos. O paciente, então, se olha no espelho e não se vê como realmente é, mas sim com alguém que está acima do peso.

Muitos dos pacientes com esse transtorno apresentam quadros depressivos, perda de peso repentina, prática excessiva de exercícios, comportamento agressivo, evitam fazer suas refeições junto aos familiares e amigos, fazem uso de laxantes e diuréticos e não admitem que estejam doentes, o que dificulta muito a identificação da doença, retardando o início do tratamento.

O tratamento da doença deve ser feito de maneira individualizada e por uma equipe multidisciplinar composta por um clínico, um nutricionista e um psiquiatra. Mas, a família é uma parte fundamental no tratamento da doença, pois é a consciência do problema, o incentivo a continuidade do tratamento e, principalmente, o amparo sentimental.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Fique longe da Hipertensão

O Ministério da Saúde divulgou no último dia 26/04 uma pesquisa mostrando que o número de brasileiros que sofrem de Hipertensão Arterial diminuiu 0,6% em 2011, se comparado com o resultado de 2010. A redução ainda é pequena, mas é um avanço que pode ser explicado pela melhora da qualidade da alimentação do brasileiro.

A Hipertensão Arterial é uma doença que eleva os níveis da pressão arterial acima do que é considerado normal pela Sociedade Brasileira de Hipertensão, que é de 140 mmHg (milímetros de mercúrio) por 90 mmHg, - ou 14 por 9 como é chamada esse medida popularmente. E se não for diagnosticada e controlada a partir de um acompanhamento especializa, essa doença pode levar ao entupimento de vasos e artérias, acidentes vasculares cerebrais (AVC’s) e infartos.

Foto: Divulgação
A alteração da pressão está muito associada ao consumo excessivo de gorduras, de sal, fumo, bebidas alcoólicas, e ao estilos de vida sedentário, em que não há prática de atividades físicas.

A pesquisa indicou que a maior parte das pessoas que sofrem desse mal são as mulheres (25,4%), enquanto os homens apresentam o problema em menor proporção (19,4%). Mas o que chama atenção é o fato de que essa doença está mais presente em pessoas com mais de 55 anos ( 50,9% apresentam a doença), o que indica que ela é provocada, na maioria dos casos, pela idade avançada e por anos de hábitos de vida inadequados.

Uma dica para manter-se longe da hipertensão é cuidar bastante da alimentação, sempre com o acompanhamento de um nutricionista e praticar atividades físicas regularmente.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O óleo de coco ainda é uma boa opção?

Que tal uma boa ideia para manter a saúde e a boa forma nesse outono/inverno?

Então aqui vai uma: consuma óleo de coco!
Foto: Powerfull

Ele caiu nas graças do consumidor no verão devido às por suas propriedades, que auxiliam no controle e perda de peso. Mas o que poucos sabem é que, mesmo após o verão, o óleo de coco pode ser uma excelente opção para dar continuidade a sua dieta, mesmo no outono/inverno.

O fato de ser um óleo funcional é um dos benefícios desse alimento, isso porque ele é rico em ômega 3, 6 e 9, é anti-inflamatório, antioxidante, além de ser uma gordura insaturada, o que promove uma limpeza especial nas artérias, proporcionando o aumento do colesterol “bom” (HDL) e reduzindo o colesterol “ruim” (LDL). 

Ele também oferecer a melhora do sistema imunológico por ser rico em ácido láurico e caprílico, que previnem infecções por vírus, bactérias e fungos.

O óleo de coco possui ainda ação termogênica, que auxilia no emagrecimento, devido o aumento do gasto calórico e na sensação de saciedade oferecida por ele.

Como todas essas vantagens ele continua fazendo parte da dieta independente da estação, porque não compromete a saúde, possui pouquíssimas contra indicações, e seus benefícios são muitos. Ele pode ser consumido em sucos, vitaminas, na preparação de bolos, doces, salgados, e pode ser um ótimo substituto dos óleos de soja e canola.

E que tal a receita para acompanhar esse período frio com todos os benefícios e vantagens do óleo de coco? Vamos lá?

Foto: Divulgação
Ingredientes:
1 abóbora paulistinha média sem caroço cortada em cubos e cozida no vapor
1/2 xícara de leite de coco
1 colher de sopa de óleo de coco
2 dentes de alho médios amassados
1 xícara de água
Cheiro verde a gosto
Sal, ervas frescas e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Bata a abóbora cozida com meia xícara de água. Em uma panela, aqueça o óleo de coco, doure o alho, misture a abóbora batida com ½ xícara de leite de coco, o restante da água e as ervas frescas e pimenta-do-reino a gosto. Aqueça em fogo médio, mexendo sem parar, por cerca de 5 minutos. Acerte o sal, decore com o cheiro verde e sirva com torradas.

Assim é só aproveitar as vantagens que essa riqueza natural nos proporciona. E se você consumiu esse óleo no verão e ainda tem em casa, mas ele esta com a coloração branca e solidificado, não se preocupe, essa é uma característica dos que são puros e de boa qualidade que se solidificam em temperatura abaixo de 25º e líquido acima dessa temperatura.

Aproveite a dica e nos conte o que você achou.
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