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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Fisioterapia no tratamento de lesões na cintura pélvica


A cintura pélvica é a junção entre membros inferiores e o tronco. Cada metade dela consiste de três ossos: iléo, ísqueo e púbis. Separados no início da vida, os três formam uma estrutura na fase adulta denominada osso coxal ou osso do quadril.

Essa estrutura é muito importante à dissipação de forças provenientes do impacto dos membros inferiores na locomoção e à transmissão de forças verticais da cabeça.

Por ser uma área de grande atrito e de sustentação do corpo, a cintura pélvica pode apresentar uma série de lesões, algumas menos graves como pequenas fraturas e outras que exigem a intervenção cirúrgica. Geralmente, as lesões são classificadas em três tipos: A (estáveis), B (parcialmente estáveis) e C (instáveis).

Segundo o especialista do Nutri&Fisio, Thiago Guimarães Barrientos, “a intenção da fisioterapia nestes casos é tratar o paciente de modo que ele tenha uma recuperação dos movimentos e não apresente sequelas em virtude destas lesões. No caso daquelas mais graves, a fisioterapia também visa evitar atrofias musculares em virtude do desuso quando os pacientes são imobilizados após as intervenções cirúrgicas”.

O tratamento se dá através de exercícios isométricos, ativos-assistidos e ativos, alongamentos, fisioterapia respiratória, mobilizações articulares, todos sempre feitos de maneira progressiva até a alta hospitalar do paciente. Depois da alta, muitos pacientes ainda apresentam uma falta de equilíbrio e este passa a ser o foco das atenções do fisioterapeuta.

Outro problema comum na área da cintura pélvica é a lesão no púbis. Para quem não se lembra, foi a contusão que acometeu o meia Kaká, do Real Madrid, durante a Copa de 2010. Aliás, muitos atletas apresentam problemas nesta área, que acaba sofrendo uma sobrecarga e várias inflamações ao longo do tempo.

Abordaremos as lesões no púbis mais a fundo nas próximas semanas, lembrando que a procura de um profissional especializado é essencial para o sucesso do tratamento.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Câncer de colo de útero pode causar disfunções sexuais

O Instituto Nacional do Câncer estima que mais de 15 mil mulheres sejam acometidas pelo câncer de colo de útero todos os anos no Brasil e 230 mil mulheres morram no mundo todos os anos por causa dessa doença.

Foto: Divulgação

O tratamento do câncer de colo de útero é cirúrgico e depois com radioterapia, o que pode deixar sequelas nas mulheres, tais como: irritação vesical, diarreia, alterações cutâneas, vaginismo e estenose vaginal.

Especialmente a estenose (estreitamento) do canal vaginal pode gerar disfunções na sexualidade feminina, pois impede a penetração durante a relação sexual, causando dor, diminuição da libido e pouco prazer sexual.

Entretanto, se tratada com uma equipe multiprofissional este quadro pode ser invertido. O fisioterapeuta, por exemplo, utiliza de técnicas como a Eletroestimulação, o Biofeedback, a Cinesioterapia e as Terapias Manuais.
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